Cyber Terrorismo discutido na reunão da G8

20/06/2006 Written by Marcelo Almeida (Vympel)

keyboardNão podemos mais perder tempo na guerra con­tra o cyber ter­ror­ismo: Este é o assunto debatido na reunião da G8, Min­istros da Justiça e advo­ga­dos em geral, fiz­eram um encon­tro que acon­te­ceu em Moscou nos dias15-​16 de junho. 

A reunião desta­cou a urgên­cia de um esforço coor­de­nado con­tra ter­ror­ismo inter­na­cional e todos esses aspec­tos de crime cibernéti­cos como fraudes, vio­lação de segu­rança e roubo de iden­ti­dade. 

A Inter­net é grande e sem fron­teiras, um ter­ritório onde qual­quer pes­soa pode se encon­trar e pode tro­car infor­mações, todos nós sabe­mos disto, e cyber ter­ror­is­tas tam­bém sabem.

De acordo com o Min­istro do Inte­rior russo, “os ter­ror­is­tas repeti­da­mente usam o cyber espaço como um cen­tro de infor­mação que ofer­ece instruções detal­hadas e téc­ni­cas sec­re­tas, em “uti­liza­ção de armas, explo­sivos man­u­fat­u­ra­dos e seu uso” e desenvolveu-​se em  países onde dev­e­riam usar todos seus meios para lutar con­tra o recru­ta­mento e treinando de novos ativis­tas em gru­pos de ter­ror­ismo… 

O ponto impor­tante é todos impedi­rem o surig­mento destes gru­pos e tra­bal­har duro para desco­brir pon­tos vul­neráveis den­tro do Sis­tema de Segu­rança de cada país e pre­venir os ataques. A con­sciên­cia geral sobre a cono­tação assimétrica da guerra con­tra o ter­ror­ismo, puxa a uma série de pro­postas que sub­lin­ham a neces­si­dade para agir em con­junto: Foi sug­erido desen­volver um sis­tema de cyber defesa comum ou criar um banco de dados inter­na­cional, e acima de tudo ser útil e com­par­til­hada estas informações. 

Isso é por que uma ação coor­de­nada seria dese­jável e como uma medida pre­ven­tiva ao ter­ror­ismo e suas man­i­fes­tações. Como resul­tado, defin­i­ti­va­mente é vital exe­cu­tar uma cadeia de infor­mação efe­tiva entre as insti­tu­ições que unem este pro­grama: como o Vice-​presidente da Comis­são européia mostrou, Franco Frat­tini, aos mem­bros dos países da G8, têm que começar uma ação comum para não só mon­i­torar a rede e obje­tivos vul­neráveis mas tam­bém fal­has no sis­tema finan­ceiro, que per­mitem a movi­men­tação do din­heiro que finan­cia estes ter­ror­is­tas.

Eles podem dis­cu­tir sobre quais medi­das dev­erão ser ado­tadas mas eles todos con­cor­dam no ponto que é tempo de se mexer.

Deste ponto de vista, Zone-​H começou a cobrir geopolítica e tópi­cos de cyber guer­ras a muito tempo atrás. Junto com nosso arquivo de cyber ataques, acred­i­ta­mos que a mel­hor maneira, e o Zone-​H tem a maneira de adquirir estas infor­mações e apre­sen­tar ao público em geral um quadro pre­ciso do estado vul­nerável da Internet.


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