Começo de uma nova era: Falhas na autenticação de redes sem fio pode ser usado em tribunal
08/08/2006 Written by Massimo Cotrozzi (Paranoid)
O errado nem sempre é tão mal assim. Em alguns casos o mal pode ser até seu amigo, de fato. Esta referência está sobre um processo que foi arquivado em uma corte americana onde uma companhia de música estava processando uma professora líder de torcida por baixar músicas da internet em Desert Palm.
Ela foi acusada de baixar músicas com copyright e ter se recusado a pagar a multa para poder ter estas músicas legalmente. O advogado dela (muito inteligente) chamou um especialista em segurança para demonstrar que qualquer hacker poderia ter usado a conexão dela sem fio o que ficaria com o mesmo número IP registrado no sistema e com isto poderia ter pegado as músicas na internet…
Se a música de fato foi ou não baixada pela acusada não teria como ser provado com estes argumentos apresentados pelo advogado. Depois disto, a acusação de pirataria foi ignorada pelo juiz. O ponto bom é: De fato qualquer conexão sem fio aberta pode ser usada ilegalmente o que significa que qualquer um realmente pode ter usado a conexão dela deixando registrado o IP dela no sistema do site de onde ele adquiriu as músicas.
Assim insegurança está se tornando uma boa alegação para a defesa. Também, isto trás uma velha discussão sobre AAA (Authentication-Authorization-Accounting, escolha sua ordem). O fato que o advogado insistiu que qualquer um poderia entrar na conexão dela passando desapercebido por uma destas ordens de autenticação e depois que a conexão é estabelecida e o IP registrado qualquer um poderia usufruir desta conexão.
Este problema não terá como ser resolvido até as conexões sem fios usar algum tipo de validação biométrica, só então um acusado de crimes pela internet usando uma conexão sem fio poderá ser indiciado pelo crime, pois somente ele poderia ter feito esta autenticação. Podemos apenas esperar que os tempos serão difíceis para os juizes agora que falta de segurança em redes sem fio pode ser alegado para livrar uma pessoa de uma acusação de crime pela internet.
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